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  • Fruto dos investimentos no setor, Campo Grande avança no saneamento básico

    26/08/2020

    No dia 26 de agosto, a capital do Mato Grosso do Sul completa 121 anos. A cidade que habita quase 900 mil habitantes cresceu e prosperou economicamente graças a pecuária e o turismo.

    Com o passar dos anos, Campo Grande também demonstrou avanços na infraestrutura, como o saneamento.

    Em relação ao abastecimento de água, a capital do Mato Grosso do Sul atingiu a universalização. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Informações Sobre Saneamento (SNIS) – ano base 2018, 100% da população do município tem abastecimento de água potável.

    Já em relação as perdas de água, os dados de 2018 mostravam que a cidade caminhava em uma direção positiva. Com 19,6%, Campo Grande estava bem abaixo da média do Brasil nesse quesito no período estudado, além de ser uma das perdas mais baixas do Brasil. O indicador de perdas na distribuição mostra do volume de água potável produzido, quanto não é efetivamente consumido pela população. A perda média do país é de 38,5%, sendo assim, Campo Grande apresenta quase 20 pontos percentuais a menos que a média nacional.

    Ao analisar o esgotamento sanitário da capital sul-mato-grossense, 82,7% da população da capital recebia atendimento de coleta de esgoto em 2018, e 61,7% do volume dos esgotos de Campo Grande era tratado. 

    As vantagens da expansão da rede de esgoto são diversas: desde a valorização imobiliária e educacional até a diminuição da proliferação de doenças que coloca em risco à saúde e a qualidade de vida de toda população. Além disso, está também a renda dos trabalhadores com e sem saneamento em residência na cidade.

    Em 2018, a renda média dos trabalhadores de Campo Grande foi de aproximadamente R$ 2.500. De acordo com dados retirados do portal do Trata Brasil, “Painel Saneamento Brasil”, estima-se que em Campo Grande, a diferença salarial de um trabalhador que habita um local com saneamento básico para um sem esses recursos é cerca de R$ 2.500. Enquanto quem apresenta os serviços de água e esgoto recebem em torno de R$ 3.500, quem não tem os mesmos recursos apresenta uma renda mensal de aproximadamente R$ 1.000.

    Por fim, dados retirados do Painel Saneamento Brasil mostram que entre os anos de 2010 e 2018, cerca de R$ 900 milhões foram investidos nos serviços de água e esgotamento sanitário de Campo Grande.

    Para saber mais dados sobre Campo Grande e outras cidades, acesse nosso site:

    https://www.painelsaneamento.org.br/

     

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