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  • Concessão privada espera deixar de comprar água para Sumaré até o fim do ano

    28/08/2015

    Uma das cidades da RPT (Região do Polo Têxtil) mais castigadas historicamente pela falta d’água, Sumaré pode se tornar autossuficiente no abastecimento até o final deste ano. Ao menos esta é a meta anunciada pela Odebrecht Ambiental, concessionária que assumiu os serviços de água e esgoto há dois meses. Atualmente, a cidade conta com o reforço que vem de Campinas. São comprados 71 litros por segundo junto à Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A).

    O volume, segundo informou a assessoria de imprensa da Odebrecht, ajuda a abastecer a região da Área Cura, uma das mais populosas do município. O valor mensal pago pela compra é de R$ 400 mil.

    Para garantir a autossuficiência na captação e distribuição de água, a concessionária planeja para ainda este ano a realização de duas importantes obras: a construção de uma adutora de 2,5 quilômetros de extensão e a travessia sob a Rodovia Anhangüera. Além disso, informou a Odebrecht, estão previstas também a aquisição de bombas e equipamentos. O custo total é de R$ 3 milhões. “A Odebrecht Ambiental já começou a mudar a realidade do saneamento de Sumaré. Em 60 dias, conseguimos realizar diversas ações graças a planejamento, investimentos e dedicação das equipes”, destaca o gerente de operação e engenharia da empresa, Cleber Salvi. Desde que assumiu a concessão, em 17 de junho, a empresa garante já fez investimentos de R$ 9 milhões em obras, equipamentos, serviços e tecnologia.

    Salvi cita o exemplo da instalação de um novo sistema de geração de cloro na ETA I, Estação de Tratamento de Água que fica na região central da cidade. “Esse sistema reduziu as intermitências que antes ocorriam no tratamento de água garantindo a continuidade da produção. Se não paramos de produzir, não paramos de fornecer”, ressalta o diretor.

    Ações pontuais em algumas regiões da cidade também foram as responsáveis pelo índice alcançado. Na região do Salerno, segundo a assessoria de imprensa, cerca de 10 mil moradores sofriam com a falta de água há 20 anos. Uma nova adutora foi construída e um novo sistema de bombeamento foi instalado. Com isso, o abastecimento foi regularizado e agora não falta mais água no bairro.

    Além disso, investimentos e aplicação de novas tecnologias, permitiram o aumento da capacidade de produção de água pela ETA II (Estação de Tratamento de Água) localizada no Parque Itália, resultando na regularização do abastecimento na região do Matão, onde vivem cerca de 50 mil pessoas.

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