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  • CAB Águas do Agreste no debate organizado pelo Conselho Mundial da Água

    12/09/2014

    Como a parceria entre o setor público e o privado resolveu o problema de falta d’água no Agreste de Alagoas foi o tema da palestra de Antônio Carlos Dallalana, diretor da Região Nordeste da CAB Ambiental, no seminário Segurança Hídrica – uma visão brasileira, promovido pela Seção Brasil do Conselho Mundial da Águas, em Maceió, dia 9 de setembro.

    Ao apresentar a aplicação de modelos de gestão alternativa, Dallalana mostrou à plateia formada por profissionais e representantes de entidades do setor de saneamento como foi o processo de ampliação da capacidade do sistema de abastecimento de água para atender 400 mil pessoas em Arapiraca e mais nove municípios do agreste alagoano.

    Durante o painel, moderado pelo engenheiro Álvaro Menezes, presidente da Casal, com a qual a CAB tem uma PPP que resolveu o problema histórico de falta d’água na Região de Arapiraca, Dallalana apresentou as soluções técnicas na área de engenharia, de operação e financiamento utilizadas para duplicar o volume de água produzido no prazo recorde de 15 meses. Para isso, lembrou Dallalana, a CAB Águas do Agreste chegou a ter, nos momentos de pico, 1500 operários trabalhando dia e noite.

    Ao falar dos modelos alternativos de gestão, a advogada Bruna Jucá Monteiro, assessora jurídica da Casal – Companhia de Água de Alagoas, citou as dificuldades das empresas públicas para cumprirem seus compromissos com a população e apresentou a legislação que permitiu a participação das empresas privadas na solução de problemas. Entre elas, a PPP administrativa de água com a CAB Águas do Agreste, a primeira do Nordeste.

    Segunda Bruna, o valor da construção do novo sistema do agreste, recuperação do existente, operação e manutenção deles, além de prestação de serviços comerciais, por 30 anos, foi calculado em R$ 1,07 bilhão.

    O secretário Nacional de Programa de Desenvolvimento do Ministério do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima, citou um estudo sobre saneamento apresentando pela CNI – Confederação Nacional da Indústria, que diz que o país precisa de R$ 275 bilhões até 2033 para universalizar o saneamento e defende as PPPs para isso. E que a melhora das condições de saneamento favorece a produção industrial.

    (Da Assessoria de Comunicação da CAB Ambiental)

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